14.5.09

Voo de asa delta na Pedra Bonita Rio de Janeiro


Quando você passa pela Praia de São Conrado no Rio de Janeiro, ao olhar para o céu vemos pessoas voando. Instrutores profissionais realizam passeios com interessados em curtir a natureza e fugir do estresse cotidiano.
Tudo começa na chegada, na íngreme subida do morro para a Pedra Bonita, chegando ao local treinamos a corridinha que devemos fazer na rampa antes de decolar. Antes de voar o instrutor, explica e mostra ao passageiro os procedimentos de decolagem, voo e pouso, que são muito simples. Ele confere minuciosamente cada detalhe, segurança, roupas adequadas como tênis ou sapato apropriado para a decolagem e pouso, condições climáticas e o equipamento em geral. Tudo pronto chegou a hora, tensão, nervosismo, curiosidade e emoção, todas essas sensações passam em nossos corpos até o momento do salto. São poucos passos para sair da rampa e se arremessar num abismo com mais de 700 metros de altura, a saída com certeza é o momento mais tenso.
Saímos, corremos pela rampa, perdemos o chão, temos segundos de queda livre, um grito e ufa, estamos voando. A vista é linda e tudo aquilo que você sentiu momentos antes já passou e agora você quer apreciar o delicioso voo. Tirar fotos, lembrar que está sendo filmado e dependendo do vento e das condições climáticas 20 minutos e estamos pousando na linda Praia de São Conrado. A sensação é indescritível, temos vontade de montar tudo, subir e saltar novamente. A experiência vale muito, a única dica é procurar instrutores qualificados. Qualquer pessoa de no máximo 120 quilos e mais de cinco anos pode voar. Desafie-se e bom vôo.

Curso e aluguel de asa delta ou parapente
O Programa de Treinamento e Credenciamento de Pilotos de Voo Livre (PTCP) iniciou em 1987 e foi implantado pela Associação de Vôo Livre do Rio de Janeiro (AVLRJ). Diversos tópicos deste trabalho ao longo dos anos foram mudados, visando acompanhar a evolução do esporte ao longo de 20 anos. Isso se dá devido ao maior desempenho dos equipamentos, velocidade média de voo e ao uso integrado dos instrumentos de apoio viário com o GPS. O curso tem duração de um a quatro meses em média, depende da disponibilidade e habilidade de cada aluno. Para se tornar instrutor é necessário voar no mínimo cinco anos (cerca de 1200 horas) e participar de campeonatos oficiais, assim o aluno pode apresentar os resultados ao diretor técnico da Associação Brasileira de Vôo Livre (ABVL).
O Aluno deve ter idade mínima de 18 anos, ter um atestado médico para apresentar ao instrutor devidamente credenciado pela ABVL ou representante estadual, para promover medidas necessárias para que o candidato entre nas classificações, como por exemplo iniciante. O aluno deve ainda realizar uma prova teórica, aplicada pela ABVL, seu representante estadual ou ANAC, obtendo 90% de aproveitamento. Filiar-se a um clube de voo livre ou associação reconhecida pela ABVL e ANAC. E por fim, executar voos de asa delta em qualquer local ou altura com a presença de um instrutor para que seja analisado sua decolagem e voo. Após esta etapa o aluno pode passar pelas outras etapas até se tornar um máster.
O aluguel de equipamentos é feito no local, o interessado deve apresentar a carteira de piloto para que o equipamento esteja de acordo com o nível da pessoa, o preço varia entre R$ 150,00 a R$ 180,00 por voo. “Nosso objetivo é democratizar o voo livre, dar acesso a qualquer pessoa que queira aprender, alugar uma asa delta ou parapente, fazer um voo duplo, ou apenas conhecer. Por isso nossos preços são mais acessíveis” afirma Adalberto Frazão – responsável pela Rotor Fly.
Adalberto Frazão, o Beto, como é conhecido, é responsável pela Rotor Fly, uma equipe de voo livre, com 18 pilotos/instrutores experientes e homologados pela ABVL, ele é atual diretor financeiro do Clube São Conrado de voo livre, piloto e instrutor de asa delta e parapente. Com 15 anos de experiência e há mais de 20 anos envolvido com o voo livre, Beto que é administrador, trocou o escritório para viver voando. Foi vice campeão carioca de asa delta em 2005 e 2006 na categoria intermediário.

Rotor Fly Av. Prefeito Mendes de Morais, 1502 - São Conrado - Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 7841-1348 / 9694-7323 / 2422-8586 Nextel 46*17801
www.rotorflyvoolivre.com

30.4.09

Icebergs

Os Icebergs da Antártida por vezes apresentam estrias, faixas formadas por camadas de gelo que reagem a diferentes condições. As faixas azuis são criadas quando uma falha na folha de gelo é preenchida com água derretida que congela tão rapidamente que nem chega a formar bolhas. Quando o iceberg cai no mar, a água salgada pode congelar na parcela inferior. Esta água, rica em algas, pode formar uma faixa esverdeada. As faixas castanhas, pretas e amareladas, podem ser causadas por sedimentos, coletados enquanto o pedaço de gelo desliza na direção do mar.
A água congelou no momento em que a onda estourava sobre o gelo. É assim que acontece na Antartida, que tem tido o tempo mais frio das últimas décadas. A água congela no momento que entra em contato com o ar. A temperatura da água já está nesse momento alguns graus abaixo do ponto de congelamento. Veja a onda congelada no ar.

11.4.09

Volvo Ocean Race

Atletas de elite reunidos na mais difícil corrida da categoria
“Uma chance única de ver veleiros agressivos, velozes, grandes e competitivos percorrerem os mares do globo. Ter a oportunidade de se juntar a esse evento, para ver e aprender um pouco sobre, é inesquecível e realmente vale a pena”, João Castro, gerente da Puma. Os barcos da Volvo Ocean Race estão na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro para manutenção. O Rio é uma das etapas (pernas) da mais importante e severa competição da categoria. A regata dura aproximadamente nove meses e percorre a distância de 37.000 milhas náuticas em águas muitas vezes perigosas e desafiadoras. São ao todo 10 pernas diferentes. A edição de 2008/2009 começou em outubro em Alicante na Espanha e terminará em junho em São Petersburgo na Rússia. São ao todo 11 portos de escalada, passando pelo Oriente Médio, Índia e Ásia – lugares nunca visitados na história da Competição. Na primeira regata, realizada em 1973, 17 barcos partiram rumo a uma aventura completamente desconhecida para os 167 velejadores que percorriam 27.500 milhas náuticas ao redor do mundo. O sucesso foi enorme e, ao fim desta primeira regata, ela tornou-se a mais cobiçada corrida pelos mares ao redor do mundo. O Brasil só passou a ser ponto de passagem da regata na segunda edição, em 1977/78. Nesse ano também foi revelado um dos grandes nomes do esporte de todos os tempos: o neozelandês Peter Blake, com 29 anos na época. A partir daí, a prova passou a ser feita de três em três anos e o enorme sucesso fez com que grandes marcas assumissem o patrocínio dos barcos. Na última edição, em 2005/2006, o Brasil fez sua estréia na competição com o barco Brasil 1, comandado por Torben Grael, que terminou a disputa em terceiro lugar. Puma Ocean Racing O Puma Ocean Racing só entrou na competição há 2 anos. Segundo Matías Wolff, Gerente de Marketing Regional da PUMA Latino América e Caribe a Puma sentiu necessidade de colocar a marca em um novo esporte. “Já temos a linha golf, futebol, motocross, running. Buscávamos uma categoria que tivesse coerência com os nossos valores. A regata é um esporte selecionado que combina com a Puma”, explica Matias. O encontro com o capitão Ken Read se deu por indicação de conhecidos. E, segundo Matias, a química entre a marca e o capitão foi instantânea. “Ken é exatamente o que procurávamos”, diz. O capitão da equipe Puma, Ken Read, selecionou experientes membros de diversos países para compor seu time de navegação, são eles: Andrew Cape (navegador), Rick Deppe (especialista em mídia), Justin Ferris (preparador/prático), Sidney Gavignet (capitão de vela), Jerry Kirby (proeiro), Michael Mueller (proeiro/preparador), Rob Salthouse (preparador/prático), Erle Williams (timoneiro/estivador) Shannon Falcone (estivador/observador), Rob Greenhalgh (capitão sentinela), Andrew Taylor (estivador) e Casey Smith (proeiro). Na equipe em terra inclui Kimo Worthington (gerente geral) e Neil Cox (gerente de equipe em terra). Ken costuma os chamar de suas crianças. E diz que crianças brincam, brigam, fazem estripulias. E o mesmo acontece ali no barco. “Minha função é coordenar a brincadeira das crianças para fazer com que seja mantido o equilíbrio”, explica Ken. Até a perna na China a equipe da Puma estava nas últimas colocações. Nesta última etapa, que chegou ao Rio de Janeiro, Ken e sua equipe fizeram uma rota diferente e conseguiram chegar a Baía de Guanabara em segundo lugar, atrás apenas do barco da Ericsson, comandado por Torbel Grael. Il Mostro O Il Mostro é a segunda geração do Volvo Open 70, projetado por Botin Carkeek e construído pela Goetz Custom Boats em Bristol Rhode Island, em conjunto com a Customline Yacts. O barco foi lançado ao mar pela primeira vez em 25 de abril de 2008. O barco é um iate que agrega tecnologia de ponta, casco produzido com fibra de carbono pré-impregnada. Sua característica mais notável é a inclinação da quilha, que consegue chegar a 40 graus na direção do vento, oferecendo maior estabilidade ao barco, além da utilização de cordame de madeira e ferro o que reduz o peso. Hoje, o Il Mostro está 10.000 kilos mais leve. O Il Mostro (em italiano) é um veleiro monocasco com 105’ de altura (32 m), 19 pés de largura (5,8 m), 70 pés de comprimento (21,3 m), 1.884 pés quadrados de superfície da vela principal (175 m²), superfície da vela da fortuna 5.382 pés quadrados (500 m²) e chega até 40 nós de velocidade máxima. O projeto gráfico foi desenvolvido pela Puma que se baseou no visual de seus calçados. Rio de Janeiro De 26 de março a 11 de abril os barcos da regata Volvo Ocean Race estarão na Baía de Guanabara. No local, cada equipe possui um stand de apresentação. No dia 4 de abril aconteceu a regata local na Baía de Guanabara, a disputa Light In-Port Race contou pontos para a classificação geral. O percurso foi do Rio à Niterói e o público pode ver os times em ação. O Estado fez sua campanha para Rio 2016, onde a Marina da Glória será o local das provas náuticas durante as Olimpíadas. No caso da Puma, foi instalado um container-loja onde está sendo vendido os produtos da nova coleção da marca, inspiradas na Volvo Ocean Race. Juntamente com os velejadores da Puma Ocean Racing, foi desenvolvido desde roupas técnicas até roupas casuais, para todo tipo de clima. Havia também no local um simulador no qual, durante três minutos, os passageiros viviam como se estivessem velejando. E também um teste de força para ver quem consegue levantar a vela e abaixar a vela. Mas a atração que mais chamou a atenção do público foi a piscina com miniaturas dos barcos da competição, movidos por controle remoto.

26.3.09

Surf Adventures II

A busca da onda perfeita continua. Em nome desta saudável obsessão, o diretor e produtor Roberto Moura voltou a reunir as maiores feras do surfe brasileiro que encaram e esbanjam talento em ondas absolutamente assustadoras.

Com cara nova e uma boa dose de tecnologia o documetário vai fazer a galera pirar com imagens alucinantes produzidas por uma câmera operada com controle remoto, fixada do bico das pranchas de alguns dos melhores surfistas do Brasil. Desta vez, a elite do surf nacional – de estreantes a veteranos – viajou pelas incríveis ondas do Peru, México, Austrália, Taiti, Chile sem esquecer pontos privilegiados do litoral Rio-São Paulo. E mais: quem associa os melhores picos ao mar aberto, certamente se surpreenderá com a beleza das ondas em plena região amazônica, mais exatamente na pororoca do rio Araguari, no Amapá – pela primeira vez exibida no cinema.

Estreiou hoje o Surf Adventures II - A Busca Continua, como objetivo colocar os espectadores cada vez mais próximos da sensação de andar sobre as ondas.

Direção: Roberto Moura

Gênero: Documentário

Origem: Brasil

Duração: 90 minutos

Tipo: LongaNegrito

Personagens: Fabio Gouvea; Marcelo Trekinho; Kelly Slater; Marcos Sifu e Phil Rajzman